Quem subiu ao céu ou desceu? Quem juntou os ventos nos seus punhos? Quem amarrou as águas em uma roupa? Quem estabeleceu todos os confins da terra? Qual é o seu nome, e qual é o nome de seu filho, se podes dizer?
Quem pode descobrir a sabedoria? Nenhum homem a encontrou! Nenhum homem pode! Sabedoria é uma questão relacionada com a revelação vinda de Deus. Paulo disse, “Porque qual dos homens conhece as coisas do homem, senão o espírito do homem que está nele? Assim também nenhum homem conhece as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus.” (ICo 2:11). O conhecimento e a sabedoria de Deus só se conseguem pela revelação divina!
Provérbios 30 é um anexo aos provérbios de Salomão. Foi o que Agur, um homem sábio, ensinou a Itiel e a Ucal (Pv 30:1). Suas lições são uma revelação inspirada da sabedoria, pois elas são chamadas de “a profecia” (Pv 30:1; 31:1). Em primeiro lugar ele introduziu as suas lições confessando sua grande ignorância natural (Pv 30:2-3) para, em seguida, provar a falta de habilidade do homem em descobrir Deus e a sabedoria (Pv 30:4) e, finalmente, por definir a necessidade absoluta e a suficiência da Bíblia (Pv 30:5-6).
Estas sete perguntas eloquentes são para provar que homem nenhum pode encontrar a Deus ou a sabedoria pelo esforço humano. A resposta para cada uma destas perguntas é uma negativa óbvia. Nenhum homem foi para o céu ou voltou de lá, ou conquistou os elementos para aprender os caminhos e a sabedoria de Deus. Agur forçou Itiel e Ucal a admitirem pela força da razão que não houve homem algum. Eles não conseguiram citar o nome de um único homem que tenha feito tal coisa e também não conseguiram citar o nome do seu filho.
Agur continuou, ensinando que toda a palavra inspirada por Deus é pura e necessária (Pv 30:5). Nem uma só palavra poderia ser removida ou desprezada. Depositar a confiança em Deus e em Sua palavra era a defesa mais correta contra os perigos neste mundo ou no que há de vir. Além disso, as palavras dos homens não poderiam ser acrescentadas, pois isto haveria de corromper a palavra de Deus e Ele ficaria furioso (Pv 30:6).
As sete perguntas retóricas são um mecanismo usado para ensinar a falta de habilidade do homem para descobrir a real verdade e a sabedoria do universo. Considerando que o conhecimento e o entendimento estão com Deus, que homem subiu ao céu para aprendê-los ou que tenha retornado à terra para ensiná-los? Nenhum homem! Tendo confessado a sua própria ignorância (Pv 30:2-3), ele também usou estas perguntas para condenar todos os homens por ignorância (Pv 30:4). A sabedoria está além do alcance do homem mortal.
Considere outras três perguntas, bem semelhantes. “Ó profundidade das riquezas, da sabedoria e do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Pois, quem conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro, para que lhe seja recompensado? Porque dele, e por ele, e para ele, são todas as coisas; a ele seja a glória para sempre! Amém! ” (Rm 11:33-36).
As sete perguntas não podem ser simplesmente respondidas por “Deus”. As primeiras duas perguntas estão no tempo perfeito, o que torna impossível ser uma profecia de Cristo. Nem tampouco podem se referir a Deus, pois Ele enche os céus e a terra (Jr 23:24). Ele nem havia subido nem descido, pois Ele está totalmente presente nos dois locais simultaneamente. E o que a subida ou a descida dele teria a ver com conhecimento, entendimento e sabedoria? Nada!
As primeiras duas perguntas também estão ligadas pela conjunção coordenativa “ou”, o que positivamente indica uma alternativa hipotética. Deus subiu? Ou Ele desceu? Se as perguntas se aplicam a Deus, cria-se confusão. A pergunta se aplica, de forma retórica, ao homem. Nenhum homem foi ao céu para obter sabedoria, nem homem algum veio do céu com ela. Agur ensinou Itiel e Ucal a grande dependência do homem em Deus por sabedoria.
Ele continuou ainda a humilhar o homem diante da gloriosa criação de Deus. Quem, como Deus, tem a sabedoria e o poder de controlar e dominar o vento em seus punhos? Nenhum homem! Deus provou a sabedoria e o poder inferior de Jó com uma consideração a respeito dos ventos (Jó 37:14-27). Davi e Jeremias também ensinaram o mesmo (Sl 135:5-7; Jr 10:13; Jr 51:16).
Quem, como Deus, tem a sabedoria e o poder de juntar grandes quantidades de água nas nuvens? Homem nenhum! Deus provou a sabedoria e o poder inferior de Jó tecendo uma consideração da água nas nuvens (Jó 36:24-33; Jó 37:11-24; 38:33-37). Davi e Jeremias também ensinaram o mesmo (Sl 135:5-7; 147:7-8; Jr 10:13; 51:16).
Quem, como Deus, tem a sabedoria e o poder para estabelecer todos os confins da terra, para estabelecer o alicerce e construir sobre ela? Homem nenhum! Deus provou a sabedoria e o poder inferior de Jó com estas mesmas considerações (Jó 38:4-7). E Salomão ponderou a respeito do grande valor da sabedoria através do uso por Deus para criar o mundo e estabelecer as montanhas (Pv 8:25-26).
Existe tal homem? Não, nenhum! Agur insistiu ainda mais. Se existe tal homem, qual é o nome do seu filho? Tiveram que responder negativamente. Não existe homem nem filho que conheça ou entenda estas coisas! São altas e maravilhosas demais para o homem (Sl 131:1).
As sete perguntas não podem ser simplesmente respondidas com “Deus”. As três perguntas intermediárias falam verdadeiramente de Deus, mas isso não é o argumento. Vimos acima que as duas primeiras perguntas criam uma alternativa hipotética. As duas últimas perguntas criam um dilema irrespondível. O que aprenderemos se respondermos “Deus” e “Jesus”? Nada! Agur ensinou que não há nenhum homem nem filho algum que tem a sabedoria do abençoado Deus, o Qual criou todas as coisas pelo entendimento.
O homem não tem conhecimento ou sabedoria própria e ele não consegue descobrir o conhecimento ou a sabedoria de Deus por si só (Is 8:20). Agur sabia que isto era verdadeiro a respeito de si mesmo e de todos os homens, por isso ele convenceu os seus alunos através destas perguntas retóricas. Sabedoria é uma questão de revelação: Deus deve dá-la por inspiração (Dt 29:29). E Agur concluirá esta introdução pela identificação da perfeita sabedoria nas palavras inspiradas das Santas Escrituras de Deus (Pv 30:5-6)!
A sabedoria de Deus é alta demais para o homem alcançar (Jó 11:5-12). Mesmo que ele possa procurar e buscar em muitos lugares, ele não a encontrará por nenhum meio natural (Jó 28:12-28). A sabedoria de Deus é revelada de forma sobrenatural através da inspiração e por isso os homens não precisam de viagens para o céu ou através do mar para buscá-la (Dt 30:11-14; Rm 10:6-8). Não é de se admirar que Davi considerasse a palavra de Deus tão agradável e preciosa (Sl 19:7-11).
Aqueles que enxergam aqui uma alusão à geração eterna só encontraram uma ilusão. O esforço desesperado deles de encontrar sustentação para as alucinações de Orígenes novamente deixa a desejar. Deus ainda não tinha um filho, pois a Palavra ainda não havia sido feita carne (Lc 1:35; Jo 1:14). Davi e Isaías sabiam que o Filho de Deus estava no futuro (Sl 89:19-37; Is 7:14; 9:6). De uma forma idêntica à personificação da sabedoria (Pv 8:22-31), muitos procuram alusões místicas onde não há nenhuma.
As perguntas retóricas são absurdas, se forem meramente respondidas com “Deus”. Deus e o Seu nome de Jeová eram bem conhecidos dos três homens (Pv 30:5,9). Agur não ensinou a Itiel e a Ucal que Deus havia criado o vento, as nuvens e a terra. Isto eles já sabiam. Ele lhes ensinou que homem algum, nem de perto, tinha sabedoria como aquela do abençoado Deus Criador. É o nosso privilégio e dever de enxergar aqui um ditado obscuro (Pv 1:6), não indagações infantis.
Considerando que só Deus tem a infinita sabedoria implícita pelo nosso provérbio, os homens prudentes valorizarão e entesourarão cada uma das palavras das Suas inspiradas Escrituras (Pv 30:5-6; Mt 4:4). Considerando que cada palavra é pura, nós não podemos retirar nenhuma delas (Pv 30:5). E somos ensinados a não acrescentar as nossas palavras (Pv 30:6). Não as tires nem acrescentes a elas (Dt 4:2; 12:32; Ap 22:18-19). Vamos nos firmar numa Bíblia cuja palavra é perfeita e guardar cada preceito contido nela (Sl 119:128).
Nenhum homem mortal pode subir ao céu nem descer do céu para obter sabedoria. Mas Jesus desceu e então subiu para se assentar à mão direita de Deus (Jo 3:13; Ef 4:9). Ele fez todas as coisas pelo Seu poder; por Ele todas as coisas subsistem; e ele sustenta todas as coisas pelo poder da Sua palavra (Jo 1:3; Cl 1:17; Hb 1:3). Nele estão ocultos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento e Ele foi feito sabedoria por você (Cl 2:3; ICo 1:30-31).
Quem subiu ao céu ou desceu? Quem juntou os ventos nos seus punhos? Quem amarrou as águas em uma roupa? Quem estabeleceu todos os confins da terra? Qual é o seu nome, e qual é o nome de seu filho, se podes dizer?
Quem pode descobrir a sabedoria? Nenhum homem a encontrou! Nenhum homem pode! Sabedoria é uma questão relacionada com a revelação vinda de Deus. Paulo disse, “Porque qual dos homens conhece as coisas do homem, senão o espírito do homem que está nele? Assim também nenhum homem conhece as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus.” (ICo 2:11). O conhecimento e a sabedoria de Deus só se conseguem pela revelação divina!
Provérbios 30 é um anexo aos provérbios de Salomão. Foi o que Agur, um homem sábio, ensinou a Itiel e a Ucal (Pv 30:1). Suas lições são uma revelação inspirada da sabedoria, pois elas são chamadas de “a profecia” (Pv 30:1; 31:1). Em primeiro lugar ele introduziu as suas lições confessando sua grande ignorância natural (Pv 30:2-3) para, em seguida, provar a falta de habilidade do homem em descobrir Deus e a sabedoria (Pv 30:4) e, finalmente, por definir a necessidade absoluta e a suficiência da Bíblia (Pv 30:5-6).
Estas sete perguntas eloquentes são para provar que homem nenhum pode encontrar a Deus ou a sabedoria pelo esforço humano. A resposta para cada uma destas perguntas é uma negativa óbvia. Nenhum homem foi para o céu ou voltou de lá, ou conquistou os elementos para aprender os caminhos e a sabedoria de Deus. Agur forçou Itiel e Ucal a admitirem pela força da razão que não houve homem algum. Eles não conseguiram citar o nome de um único homem que tenha feito tal coisa e também não conseguiram citar o nome do seu filho.
Agur continuou, ensinando que toda a palavra inspirada por Deus é pura e necessária (Pv 30:5). Nem uma só palavra poderia ser removida ou desprezada. Depositar a confiança em Deus e em Sua palavra era a defesa mais correta contra os perigos neste mundo ou no que há de vir. Além disso, as palavras dos homens não poderiam ser acrescentadas, pois isto haveria de corromper a palavra de Deus e Ele ficaria furioso (Pv 30:6).
As sete perguntas retóricas são um mecanismo usado para ensinar a falta de habilidade do homem para descobrir a real verdade e a sabedoria do universo. Considerando que o conhecimento e o entendimento estão com Deus, que homem subiu ao céu para aprendê-los ou que tenha retornado à terra para ensiná-los? Nenhum homem! Tendo confessado a sua própria ignorância (Pv 30:2-3), ele também usou estas perguntas para condenar todos os homens por ignorância (Pv 30:4). A sabedoria está além do alcance do homem mortal.
Considere outras três perguntas, bem semelhantes. “Ó profundidade das riquezas, da sabedoria e do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Pois, quem conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro, para que lhe seja recompensado? Porque dele, e por ele, e para ele, são todas as coisas; a ele seja a glória para sempre! Amém! ” (Rm 11:33-36).
As sete perguntas não podem ser simplesmente respondidas por “Deus”. As primeiras duas perguntas estão no tempo perfeito, o que torna impossível ser uma profecia de Cristo. Nem tampouco podem se referir a Deus, pois Ele enche os céus e a terra (Jr 23:24). Ele nem havia subido nem descido, pois Ele está totalmente presente nos dois locais simultaneamente. E o que a subida ou a descida dele teria a ver com conhecimento, entendimento e sabedoria? Nada!
As primeiras duas perguntas também estão ligadas pela conjunção coordenativa “ou”, o que positivamente indica uma alternativa hipotética. Deus subiu? Ou Ele desceu? Se as perguntas se aplicam a Deus, cria-se confusão. A pergunta se aplica, de forma retórica, ao homem. Nenhum homem foi ao céu para obter sabedoria, nem homem algum veio do céu com ela. Agur ensinou Itiel e Ucal a grande dependência do homem em Deus por sabedoria.
Ele continuou ainda a humilhar o homem diante da gloriosa criação de Deus. Quem, como Deus, tem a sabedoria e o poder de controlar e dominar o vento em seus punhos? Nenhum homem! Deus provou a sabedoria e o poder inferior de Jó com uma consideração a respeito dos ventos (Jó 37:14-27). Davi e Jeremias também ensinaram o mesmo (Sl 135:5-7; Jr 10:13; Jr 51:16).
Quem, como Deus, tem a sabedoria e o poder de juntar grandes quantidades de água nas nuvens? Homem nenhum! Deus provou a sabedoria e o poder inferior de Jó tecendo uma consideração da água nas nuvens (Jó 36:24-33; Jó 37:11-24; 38:33-37). Davi e Jeremias também ensinaram o mesmo (Sl 135:5-7; 147:7-8; Jr 10:13; 51:16).
Quem, como Deus, tem a sabedoria e o poder para estabelecer todos os confins da terra, para estabelecer o alicerce e construir sobre ela? Homem nenhum! Deus provou a sabedoria e o poder inferior de Jó com estas mesmas considerações (Jó 38:4-7). E Salomão ponderou a respeito do grande valor da sabedoria através do uso por Deus para criar o mundo e estabelecer as montanhas (Pv 8:25-26).
Existe tal homem? Não, nenhum! Agur insistiu ainda mais. Se existe tal homem, qual é o nome do seu filho? Tiveram que responder negativamente. Não existe homem nem filho que conheça ou entenda estas coisas! São altas e maravilhosas demais para o homem (Sl 131:1).
As sete perguntas não podem ser simplesmente respondidas com “Deus”. As três perguntas intermediárias falam verdadeiramente de Deus, mas isso não é o argumento. Vimos acima que as duas primeiras perguntas criam uma alternativa hipotética. As duas últimas perguntas criam um dilema irrespondível. O que aprenderemos se respondermos “Deus” e “Jesus”? Nada! Agur ensinou que não há nenhum homem nem filho algum que tem a sabedoria do abençoado Deus, o Qual criou todas as coisas pelo entendimento.
O homem não tem conhecimento ou sabedoria própria e ele não consegue descobrir o conhecimento ou a sabedoria de Deus por si só (Is 8:20). Agur sabia que isto era verdadeiro a respeito de si mesmo e de todos os homens, por isso ele convenceu os seus alunos através destas perguntas retóricas. Sabedoria é uma questão de revelação: Deus deve dá-la por inspiração (Dt 29:29). E Agur concluirá esta introdução pela identificação da perfeita sabedoria nas palavras inspiradas das Santas Escrituras de Deus (Pv 30:5-6)!
A sabedoria de Deus é alta demais para o homem alcançar (Jó 11:5-12). Mesmo que ele possa procurar e buscar em muitos lugares, ele não a encontrará por nenhum meio natural (Jó 28:12-28). A sabedoria de Deus é revelada de forma sobrenatural através da inspiração e por isso os homens não precisam de viagens para o céu ou através do mar para buscá-la (Dt 30:11-14; Rm 10:6-8). Não é de se admirar que Davi considerasse a palavra de Deus tão agradável e preciosa (Sl 19:7-11).
Aqueles que enxergam aqui uma alusão à geração eterna só encontraram uma ilusão. O esforço desesperado deles de encontrar sustentação para as alucinações de Orígenes novamente deixa a desejar. Deus ainda não tinha um filho, pois a Palavra ainda não havia sido feita carne (Lc 1:35; Jo 1:14). Davi e Isaías sabiam que o Filho de Deus estava no futuro (Sl 89:19-37; Is 7:14; 9:6). De uma forma idêntica à personificação da sabedoria (Pv 8:22-31), muitos procuram alusões místicas onde não há nenhuma.
As perguntas retóricas são absurdas, se forem meramente respondidas com “Deus”. Deus e o Seu nome de Jeová eram bem conhecidos dos três homens (Pv 30:5,9). Agur não ensinou a Itiel e a Ucal que Deus havia criado o vento, as nuvens e a terra. Isto eles já sabiam. Ele lhes ensinou que homem algum, nem de perto, tinha sabedoria como aquela do abençoado Deus Criador. É o nosso privilégio e dever de enxergar aqui um ditado obscuro (Pv 1:6), não indagações infantis.
Considerando que só Deus tem a infinita sabedoria implícita pelo nosso provérbio, os homens prudentes valorizarão e entesourarão cada uma das palavras das Suas inspiradas Escrituras (Pv 30:5-6; Mt 4:4). Considerando que cada palavra é pura, nós não podemos retirar nenhuma delas (Pv 30:5). E somos ensinados a não acrescentar as nossas palavras (Pv 30:6). Não as tires nem acrescentes a elas (Dt 4:2; 12:32; Ap 22:18-19). Vamos nos firmar numa Bíblia cuja palavra é perfeita e guardar cada preceito contido nela (Sl 119:128).
Nenhum homem mortal pode subir ao céu nem descer do céu para obter sabedoria. Mas Jesus desceu e então subiu para se assentar à mão direita de Deus (Jo 3:13; Ef 4:9). Ele fez todas as coisas pelo Seu poder; por Ele todas as coisas subsistem; e ele sustenta todas as coisas pelo poder da Sua palavra (Jo 1:3; Cl 1:17; Hb 1:3). Nele estão ocultos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento e Ele foi feito sabedoria por você (Cl 2:3; ICo 1:30-31).
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