E dirás: Me feriram, e eu não estava enfermo; me bateram, e eu não senti; quando despertarei? Tornarei a buscá-lo outra vez.
O beberrão é um louco! Ele bebe até ficar sem sentido e não consegue sentir a dor que ele causa a si próprio e aos outros. Depois de se embriagar ele tem que dormir durante horas ou dias para se livrar de sua ressaca. Mas tão logo acorda, ele vai direto à garrafa novamente! Estas são as ações tolas e más de um beberrão em sua loucura, ao invés de suas palavras literais.
O Pregador já nos ensinou “O vinho é um zombador, a bebida forte é colérica, e quem quer que seja enganado desse modo não é sábio.” (Pv 20:1). Veja os comentários de Provérbios 20:1. O nosso provérbio ilustra as consequências ridicularizantes e enraivecedoras da embriaguez – o homem é violentamente ferido pela bebida forte e tolamente ridicularizado pelo vinho; mas ele continua a beber!
O Pregador também relacionou os aborrecimentos do beberrão, “De quem são os ais? De quem as tristezas? De quem as contendas? De quem as queixas? De quem as feridas sem motivo? De quem os olhos vermelhos (Pv 23:29). Veja os comentários de Pv 23:29. Apesar das consequências constantes e miseráveis o beberrão retorna novamente ao muito vinho (Pv 23:30)?! Me dê mais um!
O cachorro retorna ao seu vômito, pois a sua natureza assim exige (Pv 26:11). E a porca volta a rolar em sua lama, pois a sua natureza assim também exige (IIPe 2:22). Mas o beberrão não tem esse instinto de autodestruição além do engano do pecado e das propriedades viciantes do álcool. “Quem quer que seja enganado desse modo não é sábio.” (Pv 20:1). Fique longe!
O nosso provérbio descreve as dificuldades físicas frequentemente experimentadas pelos beberrões. Eles se envolvem em confusões sem nenhuma razão; eles provocam brigas que de outra forma evitariam. Eles caem escada abaixo ou de cadeiras; eles sofrem acidentes automotivos. Mas eles sentem pouco, pois estão imunes às percepções físicas, mentais e espirituais. Eles estão perdidos em sua embriaguez!
E, apesar das consequências da embriaguez serem horríveis, o beberrão continua a beber até ficar embriagado. Ele não consegue se livrar, apesar de que ele sempre tem uma mentira pronta para ser usada. Ele constrói um hábito horrível, dá lugar ao diabo e se torna escravo do álcool.
O beberrão é mais estúpido do que os outros pecadores? Dificilmente! Todos os pecados têm curtas durações de prazer, grandes e duradouras dores e julgamento eterno. Qual a razão dos pecadores amarem e continuarem a praticar qualquer tipo de pecado? Existe esperança para o beberrão? Certamente! Todos os pecadores têm grande esperança no Senhor Jesus Cristo. Paulo escreveu, “Ó miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte? Eu agradeço a Deus por meio de Jesus Cristo nosso Senhor. Assim, pois, com a mente, eu mesmo sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado.” (Rm 7:24-25).
E dirás: Me feriram, e eu não estava enfermo; me bateram, e eu não senti; quando despertarei? Tornarei a buscá-lo outra vez.
O beberrão é um louco! Ele bebe até ficar sem sentido e não consegue sentir a dor que ele causa a si próprio e aos outros. Depois de se embriagar ele tem que dormir durante horas ou dias para se livrar de sua ressaca. Mas tão logo acorda, ele vai direto à garrafa novamente! Estas são as ações tolas e más de um beberrão em sua loucura, ao invés de suas palavras literais.
O Pregador já nos ensinou “O vinho é um zombador, a bebida forte é colérica, e quem quer que seja enganado desse modo não é sábio.” (Pv 20:1). Veja os comentários de Provérbios 20:1. O nosso provérbio ilustra as consequências ridicularizantes e enraivecedoras da embriaguez – o homem é violentamente ferido pela bebida forte e tolamente ridicularizado pelo vinho; mas ele continua a beber!
O Pregador também relacionou os aborrecimentos do beberrão, “De quem são os ais? De quem as tristezas? De quem as contendas? De quem as queixas? De quem as feridas sem motivo? De quem os olhos vermelhos (Pv 23:29). Veja os comentários de Pv 23:29. Apesar das consequências constantes e miseráveis o beberrão retorna novamente ao muito vinho (Pv 23:30)?! Me dê mais um!
O cachorro retorna ao seu vômito, pois a sua natureza assim exige (Pv 26:11). E a porca volta a rolar em sua lama, pois a sua natureza assim também exige (IIPe 2:22). Mas o beberrão não tem esse instinto de autodestruição além do engano do pecado e das propriedades viciantes do álcool. “Quem quer que seja enganado desse modo não é sábio.” (Pv 20:1). Fique longe!
O nosso provérbio descreve as dificuldades físicas frequentemente experimentadas pelos beberrões. Eles se envolvem em confusões sem nenhuma razão; eles provocam brigas que de outra forma evitariam. Eles caem escada abaixo ou de cadeiras; eles sofrem acidentes automotivos. Mas eles sentem pouco, pois estão imunes às percepções físicas, mentais e espirituais. Eles estão perdidos em sua embriaguez!
E, apesar das consequências da embriaguez serem horríveis, o beberrão continua a beber até ficar embriagado. Ele não consegue se livrar, apesar de que ele sempre tem uma mentira pronta para ser usada. Ele constrói um hábito horrível, dá lugar ao diabo e se torna escravo do álcool.
O beberrão é mais estúpido do que os outros pecadores? Dificilmente! Todos os pecados têm curtas durações de prazer, grandes e duradouras dores e julgamento eterno. Qual a razão dos pecadores amarem e continuarem a praticar qualquer tipo de pecado? Existe esperança para o beberrão? Certamente! Todos os pecadores têm grande esperança no Senhor Jesus Cristo. Paulo escreveu, “Ó miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte? Eu agradeço a Deus por meio de Jesus Cristo nosso Senhor. Assim, pois, com a mente, eu mesmo sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado.” (Rm 7:24-25).
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