Tira o perverso de diante do rei, e o seu trono se estabelecerá na justiça.
Governantes sábios têm conselheiros para assisti-los em suas decisões. Eles não têm como conhecer todos os detalhes de cada parte do reino ou nação, desta forma eles dependem de conselheiros para ajudá-los. Mas se esses conselheiros forem maus, um bom governante será corrompido pela má influência e engano. Esses homens maus devem ser removidos, para que o reino ou a nação possa prosperar em justiça.
O contexto acrescenta mais peso ao nosso provérbio (Pv 25:4). Um bom governante é prata, e conselheiros maus são a borra. Se a borra é extraída, o governante purificado terá condições de conduzir o seu reino a uma maravilhosa prosperidade. A justiça exalta a nação, e por este motivo a maldade deve ser publicamente esmagada para obter a bênção de Deus (Pv 14:34; 20:26). Borra é um ótimo termo para a escória que se ajunta em altos lugares para drenar um meio de vida de seus legítimos governantes. Mas um grande líder os afastará com o fogo do refinador (Pv 20:8).
Conselheiros sábios e fiéis são cruciais para o sucesso do governo. A longevidade de um governante depende da justiça (Pv 16:12; 29:14). A grande preocupação de todo líder é o de encontrar conselheiros sábios e fiéis. O rei Davi rejeitou homens maus em seu serviço e companhia (Sl 101:3-8; 119:63). E ele deu instruções em seu leito de morte para que Salomão matasse dois deles, apesar do fato de que um deles era seu sobrinho e tinha prestado bons serviços como general do exército durante todo o seu reinado (IRs 2:5-10). Asa removeu a sua mãe para que não fosse rainha, quando de um despertamento de justiça nacional (IRs 15:13).
Jetro disse a Moisés, “Além disso, tu proverás de todo o povo homens capazes, tementes a Deus, homens da verdade, que aborreçam a avareza (Êx 18:21). E o rei Josafá recomendou aos juízes dos seus dias, “Vede o que fazeis; porque não julgais da parte do homem, senão da parte do SENHOR, e ele está convosco quando julgardes. Porquanto, agora, que o temor do SENHOR seja sobre vós; atentai e fazei-o; porque não há iniquidade com o SENHOR nosso Deus, nem acepção de pessoas, nem aceitação de presentes.” (II Cr 19:6-7).
Que gloriosa sabedoria! Caro Leitor, dê a glória a Deus! Além de nos ter feito sábios para a salvação, a Bíblia é também um manual político de respeitadas proporções. Leia os seguintes exemplos de maus e bons conselheiros e, em seguida, considere a situação difícil da sua nação.
Roboão sucedeu seu pai, Salomão, como rei de Israel. Em razão de Salomão ter imposto uma carga pesada de impostos sobre a nação, o povo ofereceu servir a Roboão para sempre, se ele aliviasse um pouco a carga tributária. Ao invés de dar ouvidos a um conselho sábio daqueles que tinham sido conselheiros do seu pai no sentido de reduzir os impostos, ele seguiu o conselho dos seus jovens amigos e duramente ameaçou a nação com impostos mais elevados. Dez tribos se revoltaram e deixaram Roboão somente com as tribos de Judá e de Benjamim (IRs 12:1-19). Roboão nunca governou um único dia a extensa nação de seu pai, porque maus conselheiros lhe custaram a maior parte da nação.
Hamã foi um mau conselheiro para o Rei Assuero do Império Persa. Odiando os judeus, pelo fato de Mordecai, que era judeu, se recusar a adorá-lo publicamente, ele os difamou perante o rei e o convenceu a autorizar a exterminação dos judeus. Foi somente pela intervenção da rainha Ester que ela, Mordecai e o resto do seu povo foram salvos. Hamã foi justamente enforcado com os seus filhos a pedido de Ester. Um livro inteiro foi escrito para descrever esta terrível intriga e a proteção de Deus sobre o seu povo, apesar do mau conselheiro que tinha acesso aos ouvidos do rei.
Herodes Antipas, filho de Herodes o Grande, foi tetrarca da Galiléia desde o ano 4 a.C. até o ano 39 d.C. Ele se casou com Herodias a mulher de seu irmão Filipe, contrariando a lei, tendo sido repreendido por João Batista. Herodes temia João Batista, pois sabia que ele era justo e santo e frequentemente, de boa vontade, lhe ouvia. Mas Herodias usou de um esquema sutil para levar Herodes a decapitá-lo, contra a vontade dele, pois ela odiava João Batista pela sua crítica ao adultério dela (Mc 6:17-29). Herodias deveria estar preparando o jantar ao invés de planejar um meio de destruir o profeta. Depois de apoiar a punição e a crucificação do nosso abençoado Senhor, tanto Herodes como Herodias foram exilados para a Espanha pelo imperador Calígula.
Entretanto, quando o Faraó precisava de um homem para administrar a maior estocagem de alimento na história do mundo, onde a apropriação indevida e a fraude podiam correr soltas, ele escolheu a José. Falando de José, ele disse aos seus servos, “Acharemos alguém como este, um homem em quem está o Espírito de Deus?” E ele o colocou como o mais alto governante no Egito, porque “ninguém há tão inteligente e sábio como tu.”
Daniel, um judeu cativo, serviu a Nabucodonosor, Belsazar, Dario o Medo, Ciro o Persa e vários outros reis ao longo de um período de setenta e cinco anos. Como era um costume à época matar os conselheiros do reino anterior devido à preocupação de lealdade quando da mudança de direção, este exercício no cargo é fenomenal. Como e por que isto ocorreu? Daniel foi um conselheiro glorioso e justo, por sua fidelidade e grandes bênçãos de Deus (Dn 1:19-21; 2:48-49; 5:11; 6:25-28). Quando Daniel foi intensamente vasculhado e investigado por seus pares invejosos, “… eles não puderam encontrar nenhuma ocasião, nem culpa, porquanto ele era fiel, e não se achou erro ou culpa nele.” (Dn 6:4).
A lição é simples. Paulo também a ensinou. “Não se engane: As comunicações malignas corrompem as boas maneiras.” (ICo 15:33). Informações falsas e más influências destroem a verdade e a justiça. Homens de mau caráter devem ser evitados ou removidos. As consequências de se quebrar a regra são maiores para um rei do que para um cidadão comum. Uma nação inteira pode sofrer muito se homens maus corrompem um governante com maus conselhos e enganos.
As nações de hoje são amaldiçoadas com uma legião de homens e mulheres que não servem sequer para ser conselheiros de uma creche, mas mesmo assim as mais altas autoridades são frequentemente sujeitas às suas influências sutis e perigosas. Eles incluem os lobistas, analistas de notícias, especialistas em relações públicas, redatores de discursos, pesquisadores de opinião, estagiários, grupos de interesses especiais, doadores a partidos, adidos e outros sicofantas que se aproveitam do serviço legítimo de homens qualificados. Os santos devem orar para que Deus livre os nossos eleitos e os seus nomeados desse tipo de homens (ITm 2:1-2).
Todo homem deve manter o seu governo livre da corrupção, como marido, pai, empregador ou pastor. O único conselho perfeito para os ocupantes desses cargos é encontrado na Palavra de Deus, a qual é superior às opiniões de todos os homens e capaz de tornar perfeito o homem de Deus (Sl 119:98-100; IITm 3:16-17). Que todos os homens estejam em alerta contra os falsos professores que entram em casa e levam cativas as mulheres tolas através das rádios familiares e de DVDs de seminários (IITm 3:6-7). Você logo poderá ter a sua própria Herodias para controlar! Que cada empregador examine o caráter de seus assistentes; e que cada pastor meça cuidadosamente os seus anciãos.
Existe um Rei com Quem nós não precisaremos nos preocupar. Não existem maus conselheiros em sua presença. Os maus não permanecerão na Sua presença – Ele odeia todos os praticantes da maldade (Sl 5:5).
Nenhuma pessoa sem um perfeito caráter santificado jamais entrará no Seu reino (Ap 21:27). Não existem anjos, príncipes, papas, sacerdotes ou pastores para reinarem com Ele, pois Ele reina só, sem assistência (Is 59:16-21; 63:1-6; ITm 6:15; Ap 12:5-9).
Deus ordenou o Seu trono para sempre, e o crescimento do Seu governo, não terá fim (Sl 45:6; 89:4,29,36; Is 9:7; Hb 1:8). O Seu reino está estabelecido em perfeita justiça (Sl 45:6-7; Hb 1:8-9). Este é o trono e o reino do nosso abençoado Senhor Jesus Cristo. Você pode confiar totalmente no Seu reino! Confie Nele e sirva-O hoje!
Tira o perverso de diante do rei, e o seu trono se estabelecerá na justiça.
Governantes sábios têm conselheiros para assisti-los em suas decisões. Eles não têm como conhecer todos os detalhes de cada parte do reino ou nação, desta forma eles dependem de conselheiros para ajudá-los. Mas se esses conselheiros forem maus, um bom governante será corrompido pela má influência e engano. Esses homens maus devem ser removidos, para que o reino ou a nação possa prosperar em justiça.
O contexto acrescenta mais peso ao nosso provérbio (Pv 25:4). Um bom governante é prata, e conselheiros maus são a borra. Se a borra é extraída, o governante purificado terá condições de conduzir o seu reino a uma maravilhosa prosperidade. A justiça exalta a nação, e por este motivo a maldade deve ser publicamente esmagada para obter a bênção de Deus (Pv 14:34; 20:26). Borra é um ótimo termo para a escória que se ajunta em altos lugares para drenar um meio de vida de seus legítimos governantes. Mas um grande líder os afastará com o fogo do refinador (Pv 20:8).
Conselheiros sábios e fiéis são cruciais para o sucesso do governo. A longevidade de um governante depende da justiça (Pv 16:12; 29:14). A grande preocupação de todo líder é o de encontrar conselheiros sábios e fiéis. O rei Davi rejeitou homens maus em seu serviço e companhia (Sl 101:3-8; 119:63). E ele deu instruções em seu leito de morte para que Salomão matasse dois deles, apesar do fato de que um deles era seu sobrinho e tinha prestado bons serviços como general do exército durante todo o seu reinado (IRs 2:5-10). Asa removeu a sua mãe para que não fosse rainha, quando de um despertamento de justiça nacional (IRs 15:13).
Jetro disse a Moisés, “Além disso, tu proverás de todo o povo homens capazes, tementes a Deus, homens da verdade, que aborreçam a avareza (Êx 18:21). E o rei Josafá recomendou aos juízes dos seus dias, “Vede o que fazeis; porque não julgais da parte do homem, senão da parte do SENHOR, e ele está convosco quando julgardes. Porquanto, agora, que o temor do SENHOR seja sobre vós; atentai e fazei-o; porque não há iniquidade com o SENHOR nosso Deus, nem acepção de pessoas, nem aceitação de presentes.” (II Cr 19:6-7).
Que gloriosa sabedoria! Caro Leitor, dê a glória a Deus! Além de nos ter feito sábios para a salvação, a Bíblia é também um manual político de respeitadas proporções. Leia os seguintes exemplos de maus e bons conselheiros e, em seguida, considere a situação difícil da sua nação.
Roboão sucedeu seu pai, Salomão, como rei de Israel. Em razão de Salomão ter imposto uma carga pesada de impostos sobre a nação, o povo ofereceu servir a Roboão para sempre, se ele aliviasse um pouco a carga tributária. Ao invés de dar ouvidos a um conselho sábio daqueles que tinham sido conselheiros do seu pai no sentido de reduzir os impostos, ele seguiu o conselho dos seus jovens amigos e duramente ameaçou a nação com impostos mais elevados. Dez tribos se revoltaram e deixaram Roboão somente com as tribos de Judá e de Benjamim (IRs 12:1-19). Roboão nunca governou um único dia a extensa nação de seu pai, porque maus conselheiros lhe custaram a maior parte da nação.
Hamã foi um mau conselheiro para o Rei Assuero do Império Persa. Odiando os judeus, pelo fato de Mordecai, que era judeu, se recusar a adorá-lo publicamente, ele os difamou perante o rei e o convenceu a autorizar a exterminação dos judeus. Foi somente pela intervenção da rainha Ester que ela, Mordecai e o resto do seu povo foram salvos. Hamã foi justamente enforcado com os seus filhos a pedido de Ester. Um livro inteiro foi escrito para descrever esta terrível intriga e a proteção de Deus sobre o seu povo, apesar do mau conselheiro que tinha acesso aos ouvidos do rei.
Herodes Antipas, filho de Herodes o Grande, foi tetrarca da Galiléia desde o ano 4 a.C. até o ano 39 d.C. Ele se casou com Herodias a mulher de seu irmão Filipe, contrariando a lei, tendo sido repreendido por João Batista. Herodes temia João Batista, pois sabia que ele era justo e santo e frequentemente, de boa vontade, lhe ouvia. Mas Herodias usou de um esquema sutil para levar Herodes a decapitá-lo, contra a vontade dele, pois ela odiava João Batista pela sua crítica ao adultério dela (Mc 6:17-29). Herodias deveria estar preparando o jantar ao invés de planejar um meio de destruir o profeta. Depois de apoiar a punição e a crucificação do nosso abençoado Senhor, tanto Herodes como Herodias foram exilados para a Espanha pelo imperador Calígula.
Entretanto, quando o Faraó precisava de um homem para administrar a maior estocagem de alimento na história do mundo, onde a apropriação indevida e a fraude podiam correr soltas, ele escolheu a José. Falando de José, ele disse aos seus servos, “Acharemos alguém como este, um homem em quem está o Espírito de Deus?” E ele o colocou como o mais alto governante no Egito, porque “ninguém há tão inteligente e sábio como tu.”
Daniel, um judeu cativo, serviu a Nabucodonosor, Belsazar, Dario o Medo, Ciro o Persa e vários outros reis ao longo de um período de setenta e cinco anos. Como era um costume à época matar os conselheiros do reino anterior devido à preocupação de lealdade quando da mudança de direção, este exercício no cargo é fenomenal. Como e por que isto ocorreu? Daniel foi um conselheiro glorioso e justo, por sua fidelidade e grandes bênçãos de Deus (Dn 1:19-21; 2:48-49; 5:11; 6:25-28). Quando Daniel foi intensamente vasculhado e investigado por seus pares invejosos, “… eles não puderam encontrar nenhuma ocasião, nem culpa, porquanto ele era fiel, e não se achou erro ou culpa nele.” (Dn 6:4).
A lição é simples. Paulo também a ensinou. “Não se engane: As comunicações malignas corrompem as boas maneiras.” (ICo 15:33). Informações falsas e más influências destroem a verdade e a justiça. Homens de mau caráter devem ser evitados ou removidos. As consequências de se quebrar a regra são maiores para um rei do que para um cidadão comum. Uma nação inteira pode sofrer muito se homens maus corrompem um governante com maus conselhos e enganos.
As nações de hoje são amaldiçoadas com uma legião de homens e mulheres que não servem sequer para ser conselheiros de uma creche, mas mesmo assim as mais altas autoridades são frequentemente sujeitas às suas influências sutis e perigosas. Eles incluem os lobistas, analistas de notícias, especialistas em relações públicas, redatores de discursos, pesquisadores de opinião, estagiários, grupos de interesses especiais, doadores a partidos, adidos e outros sicofantas que se aproveitam do serviço legítimo de homens qualificados. Os santos devem orar para que Deus livre os nossos eleitos e os seus nomeados desse tipo de homens (ITm 2:1-2).
Todo homem deve manter o seu governo livre da corrupção, como marido, pai, empregador ou pastor. O único conselho perfeito para os ocupantes desses cargos é encontrado na Palavra de Deus, a qual é superior às opiniões de todos os homens e capaz de tornar perfeito o homem de Deus (Sl 119:98-100; IITm 3:16-17). Que todos os homens estejam em alerta contra os falsos professores que entram em casa e levam cativas as mulheres tolas através das rádios familiares e de DVDs de seminários (IITm 3:6-7). Você logo poderá ter a sua própria Herodias para controlar! Que cada empregador examine o caráter de seus assistentes; e que cada pastor meça cuidadosamente os seus anciãos.
Existe um Rei com Quem nós não precisaremos nos preocupar. Não existem maus conselheiros em sua presença. Os maus não permanecerão na Sua presença – Ele odeia todos os praticantes da maldade (Sl 5:5).
Nenhuma pessoa sem um perfeito caráter santificado jamais entrará no Seu reino (Ap 21:27). Não existem anjos, príncipes, papas, sacerdotes ou pastores para reinarem com Ele, pois Ele reina só, sem assistência (Is 59:16-21; 63:1-6; ITm 6:15; Ap 12:5-9).
Deus ordenou o Seu trono para sempre, e o crescimento do Seu governo, não terá fim (Sl 45:6; 89:4,29,36; Is 9:7; Hb 1:8). O Seu reino está estabelecido em perfeita justiça (Sl 45:6-7; Hb 1:8-9). Este é o trono e o reino do nosso abençoado Senhor Jesus Cristo. Você pode confiar totalmente no Seu reino! Confie Nele e sirva-O hoje!
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